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Cronologia
1906 Rómulo Vasco da Gama de Carvalho nasce em Lisboa a 24 de Novembro, na Rua do Arco do Limeiro (actual Rua Augusto Rosa), 7-4.º.
 
Casa onde nasci : [planta] [Visual gráfico]
1912 Ingressa no Colégio de Santa Maria, na Travessa do Almada, n.º 12-1.º, freguesia da Madalena.
Faz a sua primeira composição poética.
 
Era uma vez um menino : [1.º v.]
1914 Termina a instrução primária. Como não tinha idade para ingressar no liceu, continua no Colégio, ajudando a professora a ensinar os outros meninos.
1917 Publica, no jornal Notícias de Évora, as primeiras estrofes de continuação de Os Lusíadas.
Entra para o Liceu Gil Vicente.
 
Caderno escolar pertencente a Rómulo Vasco da Gama Carvalho
1919 A família muda para a Calçada do Monte, 70-1.º, onde passa a juventude.
1920 Os Lusíadas são publicados no Almanach das Senhoras
 
Almanach das Senhoras [Visual gráfico]
  Maquetiza o n.º 1 do jornal da Mocidade que assina com o pseudónimo Eurico Mantegazza. Inclui poemas assinados com o mesmo pseudónimo.
 
A Mocidade : semanário pandego, peadista, mas… com a sua parte seria
1924 Publica, no Quinzenário Académico, jornal do Liceu Gil Vicente, um soneto.
1925 Completa o 7.º ano do liceu.
 
Festa promovida pela Associação Académica para despedida de ano : programa
  Matricula-se no Curso Preparatório de Engenharia Militar, na Faculdade de Ciências.
1926 É alistado na tropa, mas o seu ingresso é adiado.
 
Caderneta militar de Rómulo Vasco da Gama Carvalho.
  Em colaboração com o seu amigo Carlos Bana, escreve Quod est, est (Tenho a honra de pedir a mão de Violante), que é levada à cena no final do ano escolar, encenada por Vasco Santana e com música de Manuel Ribeiro.
1927 A revista foi apresentada no Teatro de S. Carlos.
 
Quod est, est... : tenho a honra de pedir a mão de Violante
1928 Decide mudar de curso e matricula-se em Ciências Físico-Químicas, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
 
Rómulo de Carvalho, 1928
1930 Colabora no semanário Liberdade, órgão republicano académico.
1931 Termina o curso de Ciências Físico-Químicas.
Inicia estágio no Liceu Normal Pedro Nunes.
1932 Conclui o curso de Ciências Pedagógicas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
1933 Termina o estágio no Liceu Pedro Nunes. Começa a ensinar, actividade que exerce até 1974.
1934 Casa com Maria José da Silva Cardoso.
Lecciona na Escola Lusitânia, em Lisboa.
Faz o Exame de Estado.
É colocado no Liceu Camões.
1935 Vogal do júri do Exame de Admissão à Universidade de Coimbra.
1936 Nasce o filho Frederico.
 
Frederico Carvalho, [195?]
1938 É nomeado director do Laboratório de Química do Liceu Camões, cargo que ocupa até 1948.
1940 Começa a colaborar na revista Liceus de Portugal.
1942 Publica «O aspecto fraudulento da Alquimia», em Liceus de Portugal.
Membro da Comissão Organizadora dos Pontos de Exame do Ensino Liceal, na qual participa até à aposentação.
1945 Casa com Maria Natália Paiva Nunes.
 
Rómulo [de Carvalho] e Natália [Nunes] na homenagem da Universidade Nova [Visual gráfico].
 
Oliveira de Frades [Visual gráfico]
  Colabora na reforma dos programas dos Liceus.
1946 Publica «A forma morta de Leibnitz […]», no Mundo Literário.
Integra a direcção da Gazeta da Física que mantém durante 28 anos.
1947 Publica o livro A ciência hermética e os artigos «A atitude mental de Langevin perante os problemas científicos» (no Mundo Literário) e «O primeiro barco a vapor» (na Ver e Crer).
Começa a publicar artigos na Gazeta de Matemática e na Gazeta de Física.
1948 Publica o livro O embalsamento egípcio e o artigo «As grandes aventuras do professor Piccard», na Ver e Crer.
É nomeado professor auxiliar do Liceu Pedro Nunes, onde permanece até 1950.
1949 Nasce a filha Maria Cristina.
 
Maria Cristina da Gama Carvalho [Visual gráfico].
  Publica «As dimensões do universo molecular e atómico» e «Como foi determinada, pela primeira vez, a velocidade de propagação da luz», no Átomo, e «A escolha do metro como unidade de medida», na Ver e Crer.
1950 É colocado no Liceu D. João III, em Coimbra.
Muda-se para Coimbra, para a Rua Bernardo de Albuquerque, 116-r/c, onde permanece até 1957.
Publica «Os átomos existem?», no Átomo.
Publica, Compêndio de Química, Guia dos trabalhos práticos de Química e, com A. A. Riley da Mota, Noções elementares de Química.
Começa a colaborar no Boletim da Sociedade de Língua Portuguesa.
1951 Publica «No primeiro centenário da morte de Daguerre […]», «No centenário da morte de Oersted […]», no Átomo, e «Elogio de Simão Stevin», na Labor.
A Atlântida Editora aprova a ideia da colecção Ciência para Gente Nova.
Começa a estudar o material didáctico existente no Museu Pombalino, que tinha pertencido ao Gabinete de Física do Real colégio dos Nobres.
É impressa a [Carta-aberta aos professores de Química]
 
[Carta-aberta aos professores de Química]
1952 Publica História do telefone e História da fotografia.
Dirige o Laboratório de Química no liceu D. João III.
1953 Publica as monografias História dos balões e Ferreira da Silva, homem de ciência e de pensamento, e Problemas de Física para o 3.º ciclo do ensino liceal.
Publica o artigo «Leonardo Da Vinci, homem de ciência», no Átomo.
1954 Publica o livro História da electricidade estática e o artigo «A pretensa descoberta da lei das acções magnéticas por Dalla Bella […]», na Revista Filosófica.
Concorre ao Prémio Almeida Garrett, do Atneu Comercial do Porto, com poemas reunidos sob o título «A experiência dolorosa».
1955 Publica História do átomo.
1956 Publica «Portugal nas Philosophical Transactions […]», na Revista Filosófica.
Traduz O sr. Tompkims explora o átomo, de Gamow.
Escolhe o pseudónimo António Gedeão para figurar na Antologia do prémio Almeida Garrett.
Estreia-se na poesia com Movimento perpétuo, publicado com o pesudónimo de António Gedeão.
 
[Cartão de visita de] António Gedeão.
1957 Publica História da radioactividade.
É nomeado professor do Liceu de Pedro Nunes.
 
[Rómulo de Carvalho e outros em confraternização no] Liceu de Pedro Nunes [Visual gráfico]
  É publicada a Antologia do prémio Almeida Garrett de 1954, organizada por João Gaspar Simões.
Regressa a Lisboa e instala-se na Rua Sampaio Bruno, 18-3.º Dt.º, onde permanece até ao fim da vida.
 
Escritório [de Rómulo de Carvalho] [Visual gráfico]
  É eleito para a direcção da Sociedade Portuguesa de Química e Física.
Adaptação radiofónica da História dos Balões pela Emissora Nacional que a transmitiu em três episódios.
1958 Publica «Joaquim José dos Reis construtor das máquinas de Física […]», na Vértice.
É nomeado professor metodólogo de Ciências Físico-Químicas e director do gabinete de Física do Liceu de Pedro Nunes e integra a comissão de redacção de «A Palestra», revista desse liceu.
António Gedeão publica o livro de poemas Teatro do mundo.
Desenha o auto-retrato de António Gedeão
 
António Gedeão : auto-retrato [Visual gráfico].
 
Bilhete de identidade [do] escritor António Gedeão
1959 Publica Que é a Física e História da fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa.
António Gedeão publica «Declaração de amor», na Colóquio. Letras.
1960 É nomeado director da biblioteca do Liceu Pedro Nunes, funções que exerceu até à aposentação.
1961 António Gedeão publica Máquina de fogo.
1962 Publica História da energia nuclear e História dos isótopos.
1963 Publica «Apontamentos sobre Martinho de Mendonça de Pina e de Proença», na Ocidente, e «Sobre os compêndios universitários exigidos pela Reforma Pombalina», na Miscelânea de Estudos a Joaquim de Carvalho.
 
Rómulo [de Carvalho com alunos e professores no Liceu de Pedro Nunes] [Visual gráfico]
  Inicia a colaboração no Dicionário de história de Portugal, dirigido por Joel Serrão.
António Gedeão publica RTX – 78/24.
Poemas de António Gedeão são lidos em recital sobre a Novíssima Poesia Portuguesa.
 
Recital e colóquio sobre a novíssima poesia portuguesa : programa
 
[Rómulo de Carvalho e] Carlos Pinho [Visual gráfico]
1964 Publica «Leonis de Pina e Mendonça […]» , na Ocidente.
António Gedeão publica o livro Poesias completas e Poema para Galileo; o poema «Lágrima de preta» sai em A Voz de Moçambique.
1965 António Gedeão publica «O sentimento científico em Bocage», na Ocidente.
Roberto Barchiesi traduz para italiano «Poema para Galileo» que sai nos Estudos Italianos em Portugal.
 
[Rómulo de Carvalho] [Visual gráfico].
1966 Publica «A hipótese atómica de John Dalton», no Diário de Lisboa.
O poema «Tempo de poesia» sai em A Tarde da Bahia (Brasil).
Recebe o Prémio Bocage pelo ensaio «O sentimento científico em Bocage».
 
[Rómulo de Carvalho e outros na] entrega do prémio Bocage [Visual gráfico].
1967 Publica «Relações científicas do astrónomo francês Joseph-Nocolas de l’Isle com Portugal», no Arquivo da Bibliografia Portuguesa.
António Gedeão publica Linhas de força.
O poema «Dia de Natal» é publicado num jornal de estudantes do Liceu Camões que é apreendido pelo reitor.
 
Liceu de Camões : 25 anos de fim de curso [Visual gráfico]
1968 Publica A Física para o povo e Ciências da Natureza 1.
1969 Publica Ciências da Natureza 2.
Poemas de Gedeão são incluídos na antologia Ich kann die Liebe nicht vertragen, organizada por Ilse Losa.
Inicia o curso de orientação de professores estagiários de Fisíco-Químicas em vários liceus
O poema «Enquanto» é distribuído nas ruas de Coimbra, durante as manifestações estudantis.
 
Enquanto / António Gedeão. – [1969].
  «Poema para Galileu» é gravado por Mário Viegas.
A Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências de Lisboa promove uma sessão com poesia de António Gedeão.
 
António Gedeão : tempo de poesia : [panfletos]
1970 Sai um disco do ZIP-ZIP com a «Pedra filosofal» musicada e cantada por Manuel Freire.
Recebe o Prémio Pozal Domingues pela «Pedra filosofal».
 
[Rómulo de Carvalho e outros na] entrega do prémio Pozal Domingues [Visual gráfico]
  Integra o grupo, coordenado por Rui Grácio, para estudo de novos programos de Ciências da Natureza para o Ciclo Preparatório.
1971 Publica «O lume vivo que a marítima gente tem por santo», na Ocidente.
A Comissão de Censura proíbe que a peça RTX 78/24 seja levada à cena no Teatro Vasco Santana.
«Poema da malta das naus» gravado por Manuel Freire.
1973 António Gedeão publica A poltrona e outras novelas.
É nomeado professor efectivo no Liceu Normal de Pedro Nunes.
É nomeado co-director do Boletim do Ensino Secundário, do Ministério de Educação.
1974 António Gedeão integra antologia de poesia portuguesa publicada em Moscovo.
Efectua curso de preparação de professores do 4.º ano do Ciclo Básico.
Desloca-se a vários liceus do país, como professor metodológico, para observação de estágios em ciências fisíco-químicas.
Aposentação a 9 de Outubro.
 
Material que me pertence e que ficou no Gabinete de Física do Liceu Pedro Nunes quando me aposentei
1975 Publica, Aditamento ao Guia de trabalhos práticos de Química para o curso complementar do ensino liceal e, em colaboração, Física para o 1.º ano do curso complementar do ensino secundário.
Colabora na Logos Enciclopédia.
António Gedeão publica «Ay flores, ay flores do verde pino», na Colóquio. Letras.
Participa em reuniões, para reformas do ensino, em sessões de esclarecimento.
1976 Estuda o material do Museu Maynense.
1977 Publica Ciências da Natureza: ensino secundário e, em colaboração, Física para o 2.º ano do curso complementar do ensino secundário.
1978 Publica História do Gabinete de Física da Universidade de Coimbra […].
Estreia de RTX 78/24 no Teatro do Nosso Tempo.
1979 Publica Relações entre Portugal e a Rússia no século XVIII.
Inicia a publicação de Cadernos de Iniciação Científica, com edição dos quatro primeiros números: A descoberta do mundo físico, A experiência científica, A natureza corpuscular da matéria e moléculas e Atómos e iões.
1980 Publica A estrutura cristalina, A energia e As forças.
Publica na “Colóquio. Letras” um soneto que havia sido escrito em 1939.
 
Não pode amor por mais que as falas mude : [1.º v.]
1981 Publica A actividade pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos séculos XVIII e XIX; Peso e massa e As reacções químicas. Sai o artigo «Os Conservatórios de Artes e Ofícios de Lisboa e Porto», na Ciência e Técnica.
Publica, em colaboração, Física para o 12.º ano de escolaridade.
António Gedeão publica História breve da lua, peça de teatro infantil.
1982 Publica as monografias A física experimental em Portugal no século XVIII, A composição do ar, A pressão atmosférica e A electricidade estática; e o artigo «As ciências exactas no tempo de Pombal», na Brotéria, e «O recurso a pessoal estrangeiro no tempo de Pombal», na Revista de História das Ideias.
Profere uma conferência sobre a criação do Gabinete de Física Pombalino, na Universidade de Coimbra.
 
[Rómulo de Carvalho e outro na conferência] A criação do Gabinete de Física da Universidade de Coimbra [Visual gráfico]
1983 Publica A corrente eléctrica, Magnetismo e electromagnetismo e A electrónica.
António Gedeão publica Poemas póstumos.
1985 Publica A astronomia em Portugal no século XVIII, A radioactividade, A energia radiante e Ondas e corpúsculos.
É eleito sócio correspondente da Classe de Ciências da Academia das Ciências de Lisboa.
Participa em simpósio, na Academia das Ciências de Lisboa, sobre a História da Ciência em Portugal.
1986 Publica História do Ensino em Portugal […], «A Física na Reforma Pombalina» e «O roteiro europeu do 2.º Duque de Lafões».
História breve da lua é representada pelo grupo TEAR.
1987 Publica A História Natural em Portugal no século XVIII e D. João Carlos de Bragança, 2.º duque de Lafões […].
Comunicação à Academia das Ciências «As interpretações dadas, na época, às causas do terramoto de 1 de Novembro de 1755», posteriormente publicada.
É condecorado como Grande Oficial da Ordem de Instrução Pública.
 
[Rómulo de Carvalho e outros na cerimónia de] condecoração como Grande Oficial da Ordem de Instrução Pública [Visual gráfico].
1988 Publica «O uso da língua latina na redacção dos textos científicos portugueses», nas Memórias da Academia das Ciências de Lisboa.
É eleito presidente honorário da Sociedade Portuguesa de Física.
1989 Comunicação à Academia das Ciências «Sobre a passagem do cometa Halley em Portugal no ano de 1759», posteriormente publicada.
É convidado pelo Ministério da Educação para a sessão solene do 23º da Criação da Directoria Geral de Estudos.
1990 Profere conferências em Coimbra e Lisboa sobre João Jacinto Magalhães. E apresenta a comunicação «Um “Folhetim Scientífico” de Camilo».
É nomeado director do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Organiza e publica o catálogo do Museu Maynense.
António Gedeão publica Novos poemas póstumos e Poesia completa.
1991 Publica «João Jacinto Magalhães e a Academia das Ciências de Lisboa», «As requisições de “instrumentos matemáticos” dirigidas de Lisboa a João Jacinto Magalhães» e «O saber e a personalidade de João Jacinto de Magalhães […]» nas Memórias da Academia das Ciências de Lisboa, «A aceitação, em Portugal, da filosofia newtoniana», na Revista da Universidade de Coimbra.
É inaugurado oficialmente o Museu Maynense.
Inicia o estudo da colecção etnográfica da Academia das Ciências de Lisboa. Publica «Carta inédita de João de Deus», na Colóquio. Letras.
1992 É eleito sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa.
Publica «Bibliografia das obras de autores nacionais publicadas durante o século XX que se ocupam das actividades científica e técnica dos portugueses nos séculos anteriores».
Comunicação à Academia das Ciências de Lisboa. «João Chevalier, astrónomo português do séc. XVIII», posteriormente publicada.
Sai 51+3 poems and other writings, de António Gedeão.
É atribuido o nome António Gedeão à Escola Secundária da Cova da Piedade.
 
[Medalha de] homenagem ao Dr. Rómulo de Carvalho / Poeta António Gedeão, pela Escola Secundária de António Gedeão.
1993 Publica O material didáctico dos séculos XVIII e XIX do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa e «No segundo centenário da ascensão aerostática de Vicenzo Lunardi no Terreiro do Paço».
1994 «Elogio académico do Prof. Luís de Albuquerque» e «Bento de Moura Portugal […]», nas Memórias da Academia das Ciências, e Quatro cartas inéditas de João Jacinto de Magalhães.
É publicado, no Brasil, Palavra de poeta, livro organizado por Denira Rozário, com entrevistas e poemas de António Gedeão.
O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa promove homenagem a Rómulo de Carvalho.
 
Rómulo de Carvalho, e outros, [na cerimónia de] homenagem [prestada] pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa [Visual gráfico]
1995 Publica O texto poético como documento social e A Física no dia-a-dia.
Doutoramento honoris causa pela Universidade de Évora.
 
Rómulo de Carvalho e outros, na cerimónia de Doutoramento Honoris Causa em Évora [Visual gráfico].
1996 São-lhe prestadas várias homenagens por ocasião dos seus 90 anos, nomeadamente uma nacional.
O dia 24 de Novembro passa a ser considerado Dia Nacional da Cultura Científica.
Recebe a medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministro da Cultura.
 
[Convite para sessão de homenagem a Rómulo de Carvalho] na Academia das Ciências de Lisboa.
 
[Grã Cruz da] Ordem Militar de Sant’Iago da Espada
 
[Medalha de] Mérito Cultural [conferida a Rómulo de Carvalho pelo Ministério da Cultura]
 
[Medalha de] homenagem ao Dr. Rómulo de Carvalho por decisão do Senado da Universidade Nova de Lisboa
1997 É publicada a Colectânea de estudos históricos.
António Gedeão publica Poemas escolhidos.
Morre em 19 de Fevereiro.
1998 Publicação de As origens de Portugal: história contada a uma criança.
2000 Publicação de Memória de Lisboa, com fotografias de Rómulo de Carvalho, e O matéria etnográfico do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa.
 
Memória de Lisboa
2002 A 6 de Maio foi assinado o termo de doação do seu Espólio à Biblioteca. Foi entregue entre Novembro desse ano e Julho de 2005.
2004 Publicação de Obra completa.

(Elaborada a partir das cronologias inseridas em Pedra filosofal: Rómulo de Carvalho, António Gedeão. Lisboa: Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, 2001)

António é o meu nome
 
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