Bocage 1765-1805
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Posteridade

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1812 Publicação das Obras Poéticas de (…), uma iniciativa pouco rigorosa de Desidério Marques Leão.
1813 Segundo volume da responsabilidade daquele editor.
1813/
1814
Nuno Álvares Pato Moniz, correligionário maçónico do escritor, impugna a edição de Desidério Marques Leão, publicando, em dois volumes, as Verdadeiras Poesias Inéditas de Manuel Maria Barbosa du Bocage.
1853 Inocêncio Francisco da Silva publica pela primeira vez, em seis volumes, a obra completa de Bocage.
1854 Inocêncio Francisco da Silva, consciente de que a obra de Bocage não está publicada na íntegra, dá à estampa, clandestinamente, as Poesias Eróticas, Burlescas e Satíricas, o livro mais proibido da literatura portuguesa. No frontispício, ostentava Bruxelas, uma forma de ludibriar as forças repressivas.
1864 Por iniciativa de Manuel Maria Portela, foi colocada uma lápide naquele que é tradicionalmente considerada a casa onde Bocage nasceu.
1871 É erigida a estátua de Bocage no centro da cidade de Setúbal, corolário de uma proposta de António Feliciano de Castilho. Grande parte dos fundos foi angariada por José Feliciano de Castilho, que se encontrava no Brasil.
1875 Teófilo Braga é o responsável literário, pela segunda vez, da obra completa de Bocage.
1902 Teófilo Braga publica Bocage – sua vida e época literária.
1905 O centenário do falecimento de Bocage é amplamente assinalado, designadamente na cidade de Setúbal. As principais personalidades republicanas –Teófilo Braga e Manuel Arriaga, entre outros – marcam a sua presença; concursos, prémios, cortejos, corridas, conferências e publicações são pretextos para se incensar o poeta.
1936 Hernâni Cidade traça a biografia e Leitão de Barros realiza um filme sobre o escritor.
1965 Comemora-se o bicentenário do nascimento de Bocage. Hernâni Cidade é o catalisador das múltiplas iniciativas que então tiveram lugar.
1968/
1973
Hernâni Cidade dirige a Opera Omnia, corolário de uma equipa de trabalho da qual fizeram parte António Salgado Júnior, Herculano de Carvalho, Helena Cidade Moura, Maria Helena Paiva Joachin e Álvaro dos Santos Saraiva de Carvalho.
1999 É fundado o Centro de Estudos Bocageanos.
2003 Adelto Gonçalves publica Bocage o Perfil Perdido.
2005 O bicentenário do falecimento de Bocage é assinalado com múltiplas iniciativas na cidade de Setúbal, da responsabilidade do Centro de Estudos Bocageanos e da Câmara Municipal de Setúbal.
As universidades de Hamburgo e do Porto organizam colóquios sobre a personalidade e a obra do poeta; Ana Rosmaninho retrata profusamente a poesia erótica de Bocage; a Biblioteca Nacional expõe, de forma exaustiva, a sua bibliografia e traceja o seu percurso biográfico.
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Primeiro Centenário de Bocage
 
Monumento de Bocage, Setúbal
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