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Nota explicativa Colecção José Saramago

O sítio Web da Colecção de José Saramago da Biblioteca Nacional de Portugal assenta em duas vertentes: na disponibilização em linha de originais e na edição do inventário do acervo. Ficam acessíveis à investigação os manuscritos do autor que integram o fundo, bem como o testemunho da sua consagração como Escritor de renome internacional - o diploma do Prémio Nobel da Literatura de 1998. Fica também disponível o retrato integral da colecção, o inventário, que, organizando os documentos em função da sua tipologia e autoria, informa sobre a especificidade das peças.

 
O fundo foi constituído em 1994 por generosa dádiva de José Saramago, anunciada, em carta de 22 de Março, nos seguintes termos: Um dia destes, com vagar, vou dar uma volta aos meus desordenados arquivos. Há cartas, papéis, manuscritos que não tenho o direito de conservar como coisa minha, pois na verdade pertencem a todos. A primeira parte da documentação, entregue pouco depois, integra as séries Correspondência – cartas trocadas com Adolfo Casais Monteiro, José Rodrigues Miguéis e recebidas de Massaud Moisés – e Manuscritos de terceiros, onde se destacam obras de J. R. Miguéis. Posteriormente, em 1998, inicia a entrega de documentação aqui classificada como Manuscritos do Autor. No ano seguinte a colecção é acrescida com o diploma já referido – classificado como Documento biográfico - e a restante documentação das séries de Correspondência.
Uma requisição de leitura da Biblioteca Nacional
Esp. BNP N45/6

No que diz respeito a este último tipo de documentos, o inventário organiza-os por autor ou destinatário, regista as datas limite, os locais de emissão predominantes, o número total de documentos e, quando necessário, outra informação pertinente que permita ao investigador estabelecer a relação entre outras peças que integram o acervo. Complementa-se a descrição com uma breve nota sobre o assunto preponderante das missivas. Em termos gerais, trata-se de correspondência de personalidades da cultura portuguesa, situada entre 1952 e 1983, e reflecte, sobretudo, a actividade de José Saramago na Editorial Estúdios Cor, no Diário de Lisboa e no Diário de Notícias.

Fátima Lopes
Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea

 
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