Sophia
de Mello
Breyner
Andresen
Poemas lidos por Sophia
Sophia, por diversos artistas
Poemas a Sophia e testemunhos
Poemas de Sophia a amigos
Algumas entrevistas a Sophia
Índice de poemas
Artes poéticas
 
Início Introdução1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Bibliografia e Prémios
  Poemas
 
Manuscrito Manuscrito Manuscrito Manuscrito Imagem da obra
A Sofia Breyner
Teixeira de Pascoaes
Poema / para a Sofia Andresen
Eugénio de Andrade
Na casa de Sophia
António Ramos Rosa
Encontro
Pedro Homem de Melo
Página de rosto com dedicatória do primeiro livro de Alberto Lacerda a Sophia: 77 POEMAS
Imagem da obra Imagem da obra Imagem da obra
Soneto do Único Amor
Alberto Lacerda
Diotima
Alberto Lacerda
O Eterno Regresso de Diotima
Alberto Lacerda
Para Sophia de Mello Breyner Andresen
António Ramos Rosa
A Sophia de Mello Breyner enviando-lhe um exemplar da «Pedra Filosofal»
Jorge de Sena
Na Rua das Mónicas
Fiama Hasse Pais Brandão
Elogio da usina e de Sofia de Melo Breyner Andresen
João Cabral de Melo Neto
O mar
Eucanaã Ferraz
O nome do poeta
Eucanaã Ferraz
Sophia de Mello Breyner Andresen
Eucanaã Ferraz
Imagem da obra      
Sophia
Manuel Alegre
Domingo, 4 de Julho
Maria Andresen
     
   
  Testemunhos
 
Manuscrito Artigo Artigo
«…Sophia de Mello Breyner Andresen mora na Graça […]»
Murilo Mendes
«A Poesia de Sophia de Melo Breyner Andresen»
Francisco Sousa Tavares. 1ª recensão à poesia de Sophia
«Ideia tumultuosa e doce» é o último texto escrito por Francisco de Sousa Tavares em vida
E ela dança
Às vezes, quando a casa estava adormecida à noite, ela dançava pela sala fora, tal qual como escreveu (“bailarina fui mas nunca bailei”). Às vezes, convencia-se que havia ladrões em casa e acordava-me do sono para espreitar debaixo da minha cama, e às vezes havia ladrões a sério, com cara de assassinos e crachá da PIDE, que chegavam pela alvorada do dia, mas verdadeiramente ela não tinha medo dos ladrões nem dos esbirros do “velho abutre”: só tinha medo de fantasmas continua...

Miguel Sousa Tavares, in Público, 12 de Junho de 1999
Sophia Sabe
A mínima coisa que sei dizer sobre Sophia é que, para lá do destino dum nome, Sophia sabe. E sobretudo sabe que as coisas existem, para lá dos nomes frágeis; do saber nomear em tempo sísifo. Não falo da sabedoria com que ela organiza o texto nas suas traves clássicas, rigorosas. continua...

Armando Silva Carvalho, (depoimento dado ao Público por altura da atribuição do Prémio Camões a Sophia)
Entre a sombra e «a luz mais que pura»
Num dos «mais antigos cadernos», talvez o segundo em antiguidade, com poemas datados de 1934, quase todo escrito a lápis e sem capa, encontramos, numa folha solta, dobrada, o poema que Sophia considera ser o início da sua escrita. Está intitulado «Primeira noite de Verão» . continua...

Maria Andresen de Sousa Tavares
   
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