BORDALO N'A BERLINDA
ANOS 70 por Eduardo Lourenço UMA BERLINDA EM BOLANDAS por Guilherme de Oliveira Martins BORDALO: UMA SETA DE LUME por João Paulo Cotrim
RAFAEL BORDALO PINHEIRO por Júlio César Machado O POÇO QUE RI por Joaquim Leitão OS RETRATOS DE RAFAEL por Ramalho Ortigão
Bordalo N'A Berlinda - Mostra Bibliográfica

No ano em que se comemora o centenário da morte de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), tem a maior relevância aferir as ideias de cidadania e liberdade, e de compreensão de certo momento histórico que o artista comungou com a Geração de 70, sua contemporânea, e transformou nessa nova linguagem plástica que foi a narrativa gráfica, através do cartoon e da caricatura que o tornou famoso e figura ímpar na história cultural e política portuguesa contemporânea.

A BN leva a efeito uma exposição justamente em torno de um objecto que marcou o início da carreira de Bordalo como caricaturista e polemista, com a publicação dA Berlinda - Reproduções dum álbum humorístico ao correr do lápis: trata-se de uma série de folhas volantes em que usa, pela primeira vez, tanto a narrativa gráfica como o recurso da cor, além de constituírem testemunho de várias mudanças, a mais notável das quais é a célebre e viva reportagem das Conferências do Casino Lisbonense de 1870.

A mostra é constituída pela apresentação das sete «pranchas» do álbum – com os episódios históricos a que se referem, acompanhados pela análise técnica do funcionamento do desenho, da caricatura e da narrativa. Para além de um catálogo (breve) com textos de Eduardo Lourenço, Guilherme d’ Oliveira Martins e João Paulo Cotrim, de acordo com as respectivas áreas temáticas, a edição facsimilada d’ A Berlinda folhas torna-se um verdadeiro acontecimento evocativo desse «jornalista da gravura».


HORÁRIO DE VISITA À MOSTRA BIBLIOGRÁFICA

Dias úteis das 10h às 19h
Aos sábados das 10h às 17h


Encerra domingos e feriados


BORDALO: UMA SETA DE LUME por Joćo Paulo Cotrim
CRONOLOGIA por João Paulo Cotrim
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Citação de Joaquim Leitão: “...N’A BERLINDA, a que ainda não pode chamar-se jornal, Bordalo mostra todavia, objectivos de charge à política internacional, figurada e recamada daquela superabundância de pormenorização concretizadora que lhe ficou até ao fim da carreira, com excepção das páginas de síntese que atingiram a sobriedade das obras primas."

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