BIBLIOTECA NACIONAL NATIONAL LIBRARY OF PORTUGAL
OS PORTUGUESES E O ORIENTE (1840-1940)
Thai
Sobre a exposição About the exhibition
Sião China Japão
* O diálogo falhado
*
* Kangxi, o Grande
* China amada, China Desprezada
* O Início das agressões europeias
* Narcotização da China pelos Britânicos
* A Mais suja das Guerras
* Semi-descolonização europeia
* A tragédia dos Culis
* O fracasso das reformas
* A China Moribunda
*
O último imperador
*  Os senhores da Guerra
*  A Guerra com o Japão
* A nova China
*  Biografias e Bibliografia

Guerra com o Japão

Em 1937, o Japão atacou, precipitando de novo a China no desastre. Depois de tomar Pequim e Xangai, o exército imperial cometeu atrocidades inomináveis, que Ferreira de Castro indignadamente registou como um dos maiores crimes da história. De Cantão, Vasco Martins Morgado cônsul-geral de Portugal, deixou-nos um conjunto de relatórios, recentemente publicados, que dispensam exercícios de estilo para evidenciar a hecatombe. A sinofobia terminara e era agora o Japão, aluno obediente do Ocidente, que recolhia a repulsa dos europeus e norte-americanos.

A China mártir, sofredora e heróica concitou grandes apoios no Ocidente, graças à pena de Pearl Buck, de Edgar Snow e Frank Capa. Até um punhado de jovens pilotos americanos – os lendários Tigres Voadores - se juntou à luta contra os invasores nipónicos ainda antes do ataque a Pearl Harbor. É por essa altura que os clássicos chineses se transformam em obras de circulação generalizada no Ocidente, que Lin Yutang consegue grandes êxitos editoriais na divulgação da cultura sínica e que se popularizam, até entre as crianças, os “jogos chineses”: o majong, o dominó e o Yo yo, este último, de facto, um brinquedo filipino.

 
 
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